O ombro tem movimentos muito amplos, isso gera uma instabilidade e impacto nos tecidos moles. Com o tempo e com movimentos repetitivos, esse impacto pode favorecer uma inflamação, causando dor. Para evitar lesões, é importante fortalecer a musculatura do manguito rotador. Para lesões já instaladas, também é impostante do fortalecimento desses músculos após a redução do quadro álgico. Os músculos que compõem o manguito rotador são: o subscapular, supra-espinhoso, infra-espinhoso e redondo menor. Os tendões desses quatro músculos tem sua inserção no úmero. As lesões podem ocorrer em um desses músculos e seus respectivos tendões ou em todos eles. Quando o processo inflamatório já está instalado, geralmente a dor aparece com os movimentos e, conforme esses quadro inflamatório progride, pode aparecer também em repouso ou colocando carga sobre os ombros. Quando sentimos dor, colocamos tensão sobre esses músculos e também no músculo trapézio superior. O corpo cria movimentos compensatórios como extinto de proteção do músculo lesionado. A lesão pode acorrer devido a um processo degenerativo, impacto por quedas ou movimentos repetitivos. A dor pode ser aguda ou crônica. Como não movimentamos o braço devido à dor, os rotadores do ombro começam a enfraquecer.
O pilates ajuda bastante na reabilitação do ombro na fase dos fortalecimentos. O trabalho de alongamento e mobilidade da cintura escapular ajudam no ganho da amplitude de movimento. Os exercícios de mat (solo) com sustentação do próprio peso corporal, ajudam a dar estabilidade para as articulações gleno-umeral e acrômio-clavicular, além de fortalecer os membros superiores. Já os exercícios nos aparelhos, com as molas, trabalham o fortalecimento sem gerar impacto e fazem uma tração nas articulações do ombro.

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